Como adequar o ambiente de trabalho à PcDs?

Separamos 4 dicas para tornar seu ambiente de trabalho adequado à PcDs.

Em 1991 foi criada uma lei que diz que empresas com mais de 100 funcionários devem ter de 2% a 5% de colaboradores PcD (Pessoas com Deficiências). Essa lei tem como objetivo aumentar a inclusão e diversidade no ambiente de trabalho.

Porém, para que essa inclusão seja efetiva, não basta contratar esses profissionais. É preciso oferecer um ambiente de trabalho planejado e adequado às necessidades das PcDs, tornando a empresa verdadeiramente inclusiva.

Separamos 3 dicas para ajudar você a tornar sua empresa em um ambiente adequado e inclusivo para PcDs!

#1 FAÇA UM MAPEAMENTO DA ACESSIBILIDADE

As adaptações de um ambiente para PcDs vão muito além do espaço físico. As relações interpessoais também são importantes.

Por isso, antes de fazer as adaptações indicadas, é importante que a empresa faça um mapeamento de acessibilidade, apontando todas as barreiras encontradas por PcDs na empresa.

Devem-se verificar as seguintes categorias de barreiras:

  • Arquitetônica (barreiras físicas)
  • Atitudinal (preconceitos, estigmas, estereótipos e discriminações)
  • Comunicacional (barreiras de comunicação interpessoal)
  • Metodológica (métodos e técnicas de trabalho)
  • Instrumental (ferramentas e instrumentos de trabalho)
  • Programática (barreiras invisíveis; embutidas em políticas e normas da empresa)

#2 UMA QUESTÃO DE MENTALIDADE

O preconceito dentro do ambiente corporativo pode ser um grande empecilho. É importante ensinar a toda equipe o quanto é produtivo e motivador conviver com pessoas diferentes.

PcDs não são completamente dependentes, muito pelo contrário, são tão capazes e autossuficientes. Ter isso estabelecido com a equipe fará toda a diferença no processo de inclusão. O respeito é uma peça essencial para tornar o ambiente de trabalho agradável para todos.

#3 ADOÇÃO DE MEDIDAS ERGONÔMICAS

A ergonomia é a ciência que estuda condições de trabalho. Quando colocada em prática, ela serve para o desenvolvimento e aplicação de regras e normas para organizar o ambiente de trabalho. Tornando-o compatível com as características físicas e psíquicas dos colaboradores.

Quando falamos de inclusão de PcDs, ela é uma peça-chave, pois o ambiente pede adaptações ergonômicas. Ela servirá para oferecer conforto, independência e segurança aos colaboradores.

É importante lembrar que quanto mais adaptado o ambiente for, maior a liberdade e autonomia dos colaboradores com deficiências, tornando-os mais produtivos.

Por isso, é interessante que o ambiente disponha coisas como sinalização tátil, sonora e visual, de forma integrada, banheiros adequados e rotas acessíveis.

Tornar o ambiente de trabalho mais inclusivo à PcDs é uma atitude benéfica para todos os envolvidos – se feito de forma correta, adequada e responsável. Educar sua equipe e fazer as adequações físicas são fatores indispensáveis para isso.

Uma ótima forma de gerar conscientização é com palestras a respeito. Nós da Social Consultoria promovemos palestras personalizadas de acordo com as necessidades de sua empresa. Entre em contato conosco para saber mais!

Guia completo: Home Care e as tratativas do Convênio

Tudo o que você precisa saber sobre a relação entre o Home Care e convênios está aqui!

O Home Care é uma categoria de assistência médica que oferece diversos programas relacionados ao tratamento do paciente. Ele tem o objetivo de minimizar os sintomas debilitantes de patologias crônicas e doenças incapacitantes – como, por exemplo, AVC – aumentando a independência do individuo.

Porém como funciona a relação entre o Home Care e um convênio médico? Viemos responder essa questão! Continue a leitura para conferir!

QUANDO O CONVÊNIO COBRE O HOME CARE?

Em contextos onde os pacientes apresentam um grau altíssimo de dependência para funções básicas, as operadoras e seguradoras de saúde geralmente aplicam o home care. Entretanto, não é sempre que eles arcam com os custos.

Isso acontece porque geralmente, os contratos excluem a cobertura de atendimento domiciliar. E por conta disso, sem indicação médica, a cobertura não pode ser exigida pelo paciente.

Entretanto, quando falamos de uma extensão da internação hospitalar, por exemplo, onde há a necessidade de acompanhamento ininterrupto por tempo indeterminado, a cobertura pelo convênio pode ser exigida – estando previsto no contrato ou não.

5 ORIENTAÇÕES A RESPEITO DA OBRIGATORIEDADE DA COBERTURA DE HOME CARE

#5 Todos os tratamentos devem ser prescritos por um médico, justificando a necessidade de cobertura pelo plano.

#4 O direito ao home care atende o Direito à Saúde e Dignidade Humana – previstos pela Constituição. Portanto, não cabe à operadora de seguros opinar na conduta médica, já que ele que deve definir o que será melhor ao paciente.

#3 O não fornecimento de home care vai de encontro à inúmeros princípios e direitos dos consumidores, previstos por lei e normas da ANS. O tribunal de justiça de São Paulo inclusive tem um enunciado no tema:

Súmula 90 do Tribunal de Justiça de São Paulo“Havendo expressa indicação médica para a utilização dos serviços de “home care”, revela-se abusiva a cláusula de exclusão inserida na avença, que não pode prevalecer.”

#2 Caso seu médico recomende Home Care, peça a ele um relatório médico detalhado, justificando a necessidade dos tratamentos e prevendo a periodicidade deles.

#1 Submeta a prescrição para seu plano de saúde. Em caso de recusa, você pode buscar a cobertura do tratamento por meio de uma ação judicial.

A Social Consultoria também oferece o acompanhamento para doentes crônicos e tratamento Home Care – minimizando os custos de sinistralidade médica e promovendo a reintegração do paciente ao seu núcleo familiar. Quer saber mais? Clique aqui e confira todos os serviços oferecidos pela consultoria.